Minha comunidade sou eu
Ultimamente venho sendo convidado para participar de comunidades na rede. Nada contra a correntes de pessoas conectadas, mas não consigo me ver dentro de vários grupos diferentes.
Na minha vida pessoal não possuo 30 ou 40 grupos de amigos. Por que teria na virtual? Estou satisfeito com meu perfil atrasado no Orkut, que todos abem que não dou a mínima, e para o meu pobre blog e novo twitter, que continuam com atualizações esporádicas.
Amigos, nada pessoal. Contiuem me convidando, mas não espete que eu aceite.
Abraços!
Add comment Maio 25, 2009
Playing for Change
Você já ouviu falar no projeto Playing for Change? Não? Então deixa eu explicar rapidamente.
Um sujeito chamado Mark Johnson resolveu promover a paz mundial através da música. A partir daí ele pegou seu notebook, uma câmera, 3 bons microfones e alguns fones de ouvido. Escolheu músicas que dizem mensagens de paz, esperança, amizade, sabedoria. Depois ele escolheu um artista de rua que usa apenas sua voz e violão. Gravou uma música completa e passou a viajar ao redor do planeta gravando outros artistas de rua acompanhando, com voz ou outros instrumentos, a gravação original.
Junte tudo isso em uma edição simples mas honesta, com sobreposição de sons e vozes, e você terá o resultado da integração cultural mundial.
Emocione-se com o projeto. Acesse o Playing for Change e cante junto, ria, espalhe a idéia, compre um souvenir e baixe as músicas.
Forte abraço
Add comment Abril 30, 2009
Evolução da construção civil americana
Add comment Abril 25, 2009
A tecnologia como discussão
É interessante o que uma pessoa faz pra passar o tempo. Alguns dormem, outros jogam, poucos leem, talvez pela dificuldade de acesso a algo que gostam de ler, e raros escrevem. Eu faço um pouco de cada.
Nesse momento escrevo para passar o tempo de uma viagem. Por falta de papel e caneta, misturado com um enjoo eterno por escrever em um ônibus, uso meu dispositivo eletrônico e um pouco de paciência em usar apenas dois dedos. E o legal é que preciso monitorar o sinal da internet para terminar a escrita quando ele permitir que eu coloque o texto no blog.
Mas chega de assunto chato. O objetivo aqui é passar o tempo com a ajuda da interpretação. Enquanto escuto meu podcast e escrevo, penso no que trabalho. Essa semana fui convidado para liderar um grupo de estudos no meu trabalho sobre tecnologia. Será que tecnologia é isso que estou fazendo? Acho que não. Encaro a tecnologia como a facilidade de fazer o que queremos na hora que desejamos.
Isso não é simples. Mas a simplicidade é o desafio. O mote do grupo de estudos partirá daqui. Tentarei encaminhar a discussão pela usabilidade, acesso e, o que pra mim é o principal problema, o conteúdo. Essa discussão vai dar o que falar.
Conteúdo pode ser gerado por qualquer um? Quem regula o que é conteúdo válido? O que é conteúdo válido? Até que ponto podemos ser provedores de conteúdos sem prejudicar nossa vida pessoal e profissional? Qual o papel das empresas na disponibilização de conteúdo? Será que esse não deveria ser o papel do governo, em paralelo com os investimentos já realizados em equipamentos e acesso?
Aguardem os resultados do grupo de estudos nesse espaço.
Forte abraço!
Add comment Abril 12, 2009
Para escutar
Ando preocupado em descobrir novas fontes para alimentar meus ouvidos. Aliás, desde que descobri a qualidade que os headphones do meu iPhone, passei a deixá-los no bolso o dia inteiro. E para não cansar das mesmas músicas, resolvi correr atrás de podcasts e blogs decentes.
Alguns amigos ajudaram. Minhas pesquisas ajudaram. Aqui vão as principais dicas:
rraurl (excelente alimento para quem gosta de música internacional)
Discofonia (grande Guilherme Werneck)
Awdio (escute ao vivo o que acontece no mundo das pistas)
Rádio Heineken (a melhor rádio da web)
Sonora (a iniciativa do Terra, agora reformulado)
Até o próximo post!
Add comment Abril 6, 2009
O sistema educativo do Brasil
A preocupação com a sustentabilidade financeira dos países sempre passou pelo pilar básico da capacidade de produção, seja ela de matéria-prima, de bens de consumo, de serviço ou de conhecimento. O que muda nas relações econômicas do mundo no século atual é que a qualidade da educação passa a ser base para o desenvolvimento de qualquer um dos pilares de sustentação econômica. Sem que os sistemas educacionais dos países contribuam para garantir a qualidade da educação, não há garantia de que o sucesso seja alcançado.
Essa abordagem pode assustar educadores mais tradicionais, que sempre tiveram como preocupação garantir a qualidade da educação com base no que eles consideravam como excelência de qualidade, na educação que tiveram ou na educação que aprenderam na Universidade. Mas essa não é mais a necessidade dos sistemas educacionais. Se antes precisávamos nos basear no passado, agora precisamos olhar para frente, conectar os sistemas educacionais em quem efetivamente contrata os egressos e atender às necessidades de mercado.
Para fugir da falácia de comparar nosso sistema educacional com o de países emergentes ou desenvolvidos, como geralmente encontramos em reportagens de jornais e revistas, vamos observar o caso Brasil:
1 – Em pesquisa recente do MEC foram verificados os currículos dos cursos de Pedagogia. Em média, uma faculdade de Pedagogia trabalha cerca de 11% da carga horária com a prática educativa. Eu, que sou pedagogo, não me lembro de ter estudado mais do que 5%. Esse fato me fez gastar (no sentido literal da palavra) tempo, esforço e paciência dos alunos em experimentações na sala de aula. Isso é correto?
2 – O Brasil possui apenas uma opção de estudo para alunos do Ensino Médio. Mesmo que ele opte pelo Ensino Técnico, disciplinas acadêmicas e sem conexão com sua realidade profissional precisam ser ministradas. Isso significa que, em uma geração que pratica a liberdade de expressão, a comunicação digital, a liberdade em se vestir, a organização em tribos e que tem os diversos estilos combinados em um mesmo espaço físico (a sala de aula), todos precisam aprender os mesmos conteúdos, com a mesma velocidade, com o mesmo formato, sem se comunicar ou usar outro recurso que não seja padrão imposto pela escola. Nossos filhos realmente precisam, ou querem, ou conseguem, aprender como nós aprendemos?
3 – Apesar da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional ter erradicado o currículo único para o Ensino Básico, ele continua a ser pautado pelo conteúdo cobrado em provas de vestibulares. Por isso em São Paulo os alunos estudam História Antiga no Ensino Médio e no Rio de Janeiro não, por exemplo. Essa mesma universidade forma o professor para trabalhar no modelo de educação baseado em conteúdos clássicos, que gasta até 89% do seu tempo em estudos teóricos, sem ter tempo de conectá-los com a prática do ensino ou sua aplicação em outros setores profissionais. Quem está certo ou errado no sistema educativo? Ou o erro é do sistema?
4 – Desde 1998 o MEC aplica o ENEM, um exame nacional que tomou força ao tornar público o resultado de redes e sistemas municipais, estaduais e federais de Ensino Básico, além das escolas individualmente, ao se tornar necessário para o acesso ao ProUni, Programa Universidade para Todos, e ao avaliar os egressos do Ensino Médio com base em competências, e não em conteúdos. Em recente Seminário sobre o Ensino Médio realizado em São Paulo, o diretor do Instituto Alfa e Beto, João Batista Oliveira, posicionou-se contra o ENEM, o Exame Nacional do Ensino Médio. Em sua palestra ele fez alguns questionamentos, que repasso para vocês: já que o Brasil participa da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e aplica o PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), porque não optar por aplicar o PISA para todos os alunos? Por que criar uma avaliação própria? O que nos faz pensar que somos diferentes e precisamos investir em uma avaliação que já existe em todo o mundo?
- No Brasil uma grande parcela dos alunos de Universidades públicas é proveniente do Ensino Básico privado, que podem pagar pelo Ensino Superior. A iniciativa do MEC em instituir o sistema de cotas ainda está baseada em raça, e não em renda, o que mostra o claro distanciamento do foco sócio-econômico e a aproximação do foco racial. Por que não focar o sistema de cotas no critério financeiro?
Apenas com nossas reflexões frente aos questionamentos, podemos analisar os fatos acima e entender que algo não vai bem e o impacto é colhido no dia-a-dia: as empresas investem cada vez mais em educação para seus empregados; os cursos de pós-graduação, que tem o currículo mais livre, são cada vez mais acessados; e as escolas, que continuam a trabalhar pressionadas pela falta de liberdade curricular e pelas características educacionais dos professores que recebe, não conseguem acompanhar a evolução educacional cobrada pelo mercado produtivo.
Diante dessas constatações, como podemos melhorar nosso sistema educativo? Minha dica está na participação ativa em Seminários, Fóruns e Congressos da área, pressionando os governantes eleitos por nós e divulgando nossas opiniões.
Texto por Denis Drago. 18/12/2008.
Add comment Dezembro 18, 2008
Fotos da Life na web
O Google, mais uma vez, ajuda o mundo e disponibiliza todo o acervo de fotos da ledária Life na web. Vale a pena entrar, ver, lembrar e se emocionar.
Clique aqui e suspire…
Add comment Dezembro 1, 2008
Seria um mundo triste sem os babacas
Dica do meu primo: um babaca divertindo os amigos…
Add comment Dezembro 1, 2008
YouTube começa a passar programas da CBS na íntegra
O YouTube, maior site de compartilhamento de vídeos da internet, começou a disponibilizar programas inteiros do arquivo da CBS Corp., em mais uma iniciativa no sentido de incluir programação profissional e atrair anunciantes para o site.
Episódios inteiros (20 a 48 minutos) de vários seriados da CBS, como “Jornada nas Estrelas” e “Barrados no Baile”, já estão disponíveis no YouTube. Eles vêm com uma tarja para distinguir o programa integral dos clipes, e poderão ser vistos no novo modo “cinema”.
Fonte: Reuters
13/10/2008
Agora temos mais um concorrente de peso para o Joost!
Essa notícia marca minha volta ao blog! Chega de preguiça!
Add comment Outubro 14, 2008
De luto
Uma voz inesquecível. Uma lembrança para sempre.
E lá se vai mais um ícone. Depois do Mussum, do Grande Otelo e da Dercy, nos despedimos do Don Lafontaine, a voz do cinema.
Morre Don Lafontaine, a voz dos trailers de cinema nos EUA
E para marcar quem é o camarada, lá vai uma ótima entrevista.
E não me venham com novidades sobre o Lombadi. Meu coração não aguenta!
Add comment Setembro 2, 2008